Moça, sai da sacada você é muito nova pra brincar de morrer. Me diz o que há, o que que a vida aprontou dessa vez? Venha, desce daí. Deixa eu te levar pra um café para conversar, te ouvir e tentar te convencer. Que a vida é como mãe, que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais, pois sabe que faz bem; e a morte é como pai que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar, como se não houvesse amanhã.
E quando a gente sabe que gosta, mas não sabe se quer?
Eu só espero reciprocidade. No amor, na amizade e em qualquer lugar que eu for.
Ninguém nunca me viu tão transparente como você, ninguém nunca soube do meu medo de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente.
Todo mundo precisa voar sozinho um tempo.